Arquivo de novembro de 2009

Flash Foward tira pausa para respirar

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Flash Foward fará uma pausa nas gravações de novos episódios com a intenção de dar aos roteiristas a oportunidade de manter a qualidade do seriado, disse um porta-voz da ABC.

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A série vinha perdendo audiência nos últimos episódios e a decisão de parar as gravações para que os roteiristas possam pensar melhor veio em hora certa: já é possível ver por aí algumas queixas relacionadas à dinâmica da série e ao carisma dos personagens.

Porém, essa pausa nas gravações não deve se prolongar muito. Na próxima semana as gravações começam navamente e a ABC já adianta que a série não será comprometida por essa pausa.

Flash Foward sofreu uma grande baixa que pode ajudar entender o motivo da pausa:  o produtor executivo e co-showrunner, Marc Guggenheim, abandonou a série e deixou David Goyer, co-criador, sozinho no cargo de showrunner, que é responsável por toda produção da atração.

Review: TBBT 3×07 – The Guitarist Amplification

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Review do Episódio 7 da terceira temporada de The Big Bang Theory - The Guitarist Amplification.

O episódio é um dos melhores da terceira temporada de The Big Bang Theory e mostra mais um velho trauma de infância de Sheldon, que conhecemos cada vez mais.

Tudo começa com mais uma rodada de um jogo de tabuleiro, mas dessa vez o jogo em questão é o “Laboratório de pesquisa”, inventado pelo próprio Sheldon. No meio do jogo, Penny diz ocasionalmente que um velho amigo roqueiro vai dormir em seu apartamento, o que gera ciúmes em Leonard ao ponto de os dois começarem a maior briga do relacionamento até aqui. Sheldon fica visivelmente abalado e liga o liquidificador para não ouvir todo o barulho da discussão. Esse tipo de cena mostra mais uma vez o comportamento estranho de Sheldon, que não consegue viver dentro de certas situações.

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Depois vemos algo interessante: Howard e Raj começam outra briga na loja de quadrinhos, por um motivo de ciúmes entre um e outro. Eles se questionam quanto ao uso do tempo que não é bem aproveitado com os dois juntos, e sim com outras atividade. Isso eleva a suspeita de que os dois possam ter algum comportamento homossexual. E essa suspeita aumenta mesmo quando, pela web cam, o pai de Raj insinua que o indiano é mais do que um bom amigo de Howard. Aí pode ter coisa!

Voltando à cena da briga dos dois (Raj e Howard) na loja de quadrinhos, Sheldon explode e em seu momento de maior fúria até aqui, diz que não aguenta mais ver brigas e que todas elas o lembram seu pai e sua mãe em constantes discussões ferozes em sua casa. Aqui ele mostra mais uma sequela do seu passado. Ele faz o possível para evitar brigas. Tanto que é capaz de ir até o restaurante onde Penny trabalha para pedir a ela que peça desculpas a Leonard.

Aí o roteiro vai pro alto. Sheldon não resolve o problema da briga e foge, como um cachorrinho sem dono, procurando alguém que o abrigue. Ele não encontra ninguém que lhe ofereça a paz, e então resolve ir para o único lugar onde se sente seguro: a loja de quadrinhos.

A história se desenrola com Penny e Leonard indo até a loja de quadrinhos e tratando Sheldon como uma criança, que a troco de um robô de brinquedo e uma revistinha topa voltar pra casa.

O casal da série resolve toda a briga com sexo. Mas nenhum cedeu ao outro durante toda a briga e isso mostra que eles são um tanto rígidos e que mais brigas entre eles podem vir por aí. Ou será que depois das brigas eles voltam mais fortes?

Eu aposto que muito sapato ainda vai voar.

O casal de “tiozinhos” de Friends está de volta

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Os atores do adorável e eterno casal de Friends, Mônica e Chandler Bing estão de volta!!!

Interessante, heim?

Mais interessante ainda é a semelhante maneira como os dois voltam à TV. Inclusive nos personagens.

Depois de participações não muito bem sucedidas em projetos para a TV, Courteney Cox atualmente protagoniza Cougar Town, na ABC. A série está em seu sétimo episódio. Cox vive Jules; uma quarentona divorciada, mãe de um filho adolescente e que tenta recuperar o tempo perdido correndo atrás de novos amores. Ela quer de volta os seus 20 anos.

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Matthew Perry vem na mesma pegada: depois de Friends, ele não conseguiu mais emplacar um sucesso na TV, mas agora pode chegar por cima: ele voltará a protagonizar mais uma série e ainda assinará o roteiro e a produção executiva do projeto.

O curioso será o papel que Perry deverá interpretar. Ele é similar ao perfil do que  Courteney Cox já vive em Cougar Town. As informações são de que ele fará um gerente de um estádio de um time de segunda divisão, que após chegar aos 40 anos começa reavaliar sua vida.

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Ok, eles estão brincando conosco?

Os atores de um dos melhores casais de sitcoms voltam com tudo e protagonizam sua “própria” série com personagens no mesmo perfil? É isso?

Se o papel de Matthew Perry for confirmado, teremos algo divertido de se ver: os dois atores quarentões vivendo personagens explodindo com a crise dos 40 anos.

Courteney Cox já faz isso com muito mérito e o seu sétimo episódio (exibido essa semana) teve uma audiência de 6.68 milhões de pessoas. O roteiro da sitcom é bem jovem e mostra todas as dificuldades e ridicularidades que uma pessoa passa para tentar voltar ter uma vida amorosa ativa após os 40 anos.

Perry recentemente teve uma rápida, mas importante participação no filme “17 again“, em um personagem com a tal crise dos 40 anos. Ele fez o papel de Mike O’Donnel, que é um adulto divorciado descontente com a vida e que sonha e voltar ao colegial quando um dia, repentinamente, acorda com 17 anos para tentar reescrever sua vida.

Como dito, Courteney Cox já parece se dar bem com seu papel de tiazona. E Perry tem currículo para mandar bem no novo projeto.

Os “Amigos” estão envelhecendo, colegas… e seus personagens vão enloquecer por isso!

Mais talk shows assim, por favor…

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Atualmente na Tv por assinatura, temos dois bons Talk Shows comandado por comediantes: Late Show With David Letterman e The Daily Show with Jon Stewart: Global Edition.

O show de Jon Stewart é um dos melhores no ar na TV americana. Não sou eu quem diz isso: ele levou 10 prêmios Emmy Award’s na categoria de Melhor Programa de Variedades e ainda foi eleito pela revista Time como o Melhor Talk Show da TV americana. Não está aí de brincadeira. O formato é parecido com o quadro de notícias apresentado no Saturday Night Live: Jon apresenta notícias reais com comentários ácidos e gozados, e ainda tem a cobertura de uma turma de colunistas que são mais loucos que o apresentador. O programa vai ao ar semanalmente no Brasil, pela Sony, com uma compilação do que houve de melhor nas edições diárias americanas.

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David Letterman vai ao ar pelo GNT todas as madrugadas e já é tradição da grade do canal. Tradição maior ainda nos EUA, onde está no ar com o mesmo estilo de programa desde 1981. É o meu talk show favorito. Fico encantado com a naturalidade que eles introduzem um roteiro de humor dentro de um programa assim… Coisas estranhas acontecem do nada, situações constrangedoras aparecem deixando o apresentador sem graça e a piada politicamente incorreta rola solta, principalmente quando se trata de políca. Por falta de um programa assim na TV aberta brasileira é que eu gosto tanto do Letterman. Ele supre minhas necessidades de babaquices. I love it! Gosto de pensar que todo cidadão no mundo acha o David Letterman legal. A auto-gozação o torna muito simpático e é difícil alguém não gostar do programa dele.

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Mas, e aí? É isso?

Temos dois bons talk shows na TV paga no Brasil, o David Letterman é perfeito e passa todos os dias… dá até pra enjoar e voltar a assistir depois de um ou dois meses; o programa mantém o estilo, mas sempre traz quadros novos, não pára no tempo. Já o Daily Show passa semanalmente em um programa reduzido a meia hora. É bom, mas não dá nem pra tapar o buraquinho do dente. Poderia ter mais, não é?

Poderia.

Porque os EUA exibem outros incríveis programas do gênero que os canais fechados brasileiros poderiam trazer. Exemplos?

The Jay Leno Show, vai ao ar todos os dias pela NBC. O formato é muito parecido com o do David Letterman, mas Jay Leno vem conquistando uma audiência boa por lá… tem ficado entre os dez primeiros no “Ibope” da TV mais disputada do mundo. Vejo vídeos do programa e acho espetacular. Eu acompanharia pela TV aqui no Brasil sem nem pensar duas vezes…

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E tem mais um: ele foi o subtituto de David Letterman em 1993, quando Letterman mudou de emissora. O nome do substituto que deu certo é Conan O’Brien. Ele também está na NBC e divide as noites com Jay Leno. Está por lá de segunga à sexta. O programa tem qualidade e Conan consegue ser tão tosco quanto Leterman. Poderia ter uma chance por aqui…

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E por que esses programas são tão importantes, e chegam a ser essenciais para quem gosta de programação da TV a cabo?

Ora, eles entrevistam atores que fazem seu seriado favorito, falam do seu seriado favorito, te ajudam a entender o que se passa na maior potência no entretenimento mundial e ainda levam até você uma maneira de fazer humor que alguns tentam repetir no Brasil, mas que por falta de produção adequada não conseguem.

Esses programas são muito bem feitos. Eu queria ver mais deles por aqui. E você?

Glee começa no Brasil. Eu gosto, mas não conte pra ninguém…

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Hoje a FOX começou a exibir Glee aqui no Brasil. A série está em seu oitavo episódio nos EUA e chegou com relativa rapidez ao Brasil. Começou às 22h na quarta da FOX. Parabéns ao canal! Tentar uma sincronia melhor com a TV americana e ser rápida é a melhor opção para manter a fidelidade do telespectador.

A série chega dublada e eu já vou dizendo que prefiro legendada, mesmo com o ótimo trabalho que os dubladores fizeram para tentar assimilar vozes de terceiros numa série em que os personagem cantam o tempo todo. Deve ser uma dureza. Mas isso é papo pra outro post…

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Eu, pessoalmente, nunca gostei de musicais. Gosto de me envolver com a história do que assisto e musicais não me deixam acreditar na possibilidade de que aquilo que estou vendo em alguma remota situação pode ser verdade. Não sinto emoção em musicais. Sempre falei isso. Quando veio High Scholl Musical, eu batia no peito para falar: “Musical sucks!” O quão radical eu fui, heim?

Tomei um belo “chupa, otário” quando assisti Glee e comentei que havia adorado. Considero a série como um High Scholl Musical muito legal de se assistir. Existe ali o tal do envolvimento com os personagens que antes eu não conseguia ter.

A série movimenta histórias com músicas de sucesso dos tempos mais antigos e dos dias de hoje, e faz isso de maneira excepcional.

Está fazendo sucesso nos EUA: leva média de 8 milhões de pessoas daquele país para o sofá a cada novo episódio.

E por que tanta empolgação?

Bem… na minha opinião além do envolvimento com os personagens que eles conseguiram criar em um musical, a série traz elementos que estão bem na moda:

Os “outsiders”! Ser “diferente” está com tudo. O Obama não me deixa mentir… foi assim que ele ganhou o coração dos americanos. Glee está tomando o mesmo rumo.

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O coral do Glee Club é comandado por um professor de espanhol com um casamento abalado, e conta como integrantes do grupo uma gaga, uma negra gordinha, uma baixinha filha de gays, um gay e até um cadeirante.

Todos são “Losers”, que  frequentemente recebem copos de raspadinha na cabeça e fortes perseguições por conta dos caras do time de Futebol, os populares. Que aliás, se juntam ao coral e formam o cast de artistas mais inusitado e heterogêneo que qualquer pessoa jamais poderia imaginar.

Chuto que Glee também conquistará o Brasil. Com a boa dublagem que vi no episódio que foi ao ar na FOX, não duvido que apareça logo, logo na TV aberta e consiga fazer algum barulho.

Glee me faz conseguir gostar de musicais e então eu estou curtindo muito a série… mas não conte pra ninguém, ok?

Dwight, o vigilante da noite

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O site da NBC mantém “Schurute-Space“, o blog do nosso querido maluco Dwight, um dos membros mais popular do escritório mais louco do mundo.

O Canal Fechado trará para vocês semanalmente alguns dos melhores artigos de Dwight, com sua devida tradução.

Em seu último post, Dwight parece estar um pouco decepcionado com a falta de empenho de certos humanos mortais…

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Guarda da vizinhança – por Dwight Schrute

Dwight Schrute nasceu para servir, defender e lutar em uma milícia organizada. Então, naturalmente, eu me juntei à Guarda da vizinhança. Infelizmente, os outros vigilantes membros do grupo não partilham do meu entusiasmo para o cargo. Eles se recusam a se esconder em valas, lixões e em carros. As máscaras de sky e armas de choque que dei a eles não são utilizadas, em vez disso eles insistem em armar-se apenas com telefones celulares e assobios. Como vão desarmar um criminoso usando um apito?  O mais frustrante, eles não vão me deixar usar as minhas granadas de luz cegante; o que realmente me irrita – eu gastei 800 dólares nelas!

Na semana passada, esses idiotas me pediram para eu não participar mais da Guarda (que ainda está chateada com o incidente envolvendo o gás lacrimogêneo). Bem, é desembaraçoso. Eles nunca apreciaram tudo o que eu fiz. As ruas nunca serão seguras sem mim. Crianças estarão livres para acelerar as suas ruas, sair no toque de recolher e forrar as casas com papel higiênico. Isso vai ser uma anarquia total! Eu sou grato. Não moro mais nesse bairro.

Post original, em inglês, aqui.

Here we go!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Olá, amigos!

Este é o Canal Fechado, seu novo blog sobre entretenimento.

É um blog fofo :-p , feito por um casal: eu (Lucas Jim) e minha namorada (Amanda Lemos). Nossa intenção é comentar o que se passa no mundo da TV Paga, com um foco maior nos seriados. Acompanharemos as novidades da programação e deixaremos tudo aqui, disponível para leitura e comentários. Esperamos estar próximos de vocês  e acompanhando tudo aquilo que vocês gostam.

Por isso, queremos saber o que vocês assistem. Temos certeza que identificaremos isso com o tempo e a colaboração de vocês.

Deixamos aqui nosso agradecimento ao pessoal da PlayOn, que viabilizou o blog e a todos aqueles que vêm nos dando apoio, bem como todos os que virão.

Em breve, além das notícias diárias e comentários, traremos a vocês podcast e vídeos. Queremos um blog agradável e completo, do jeito que todos gostam.

Estamos juntos nessa?

Um grande abraço,

Lucas Jim e Amanda Lemos – Editores do ((CF))